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Meu perfil BRASIL, Centro-Oeste, BRASILIA, ASA NORTE, Mulher, de 15 a 19 anos, Portuguese, Spanish, Música, Livros, Filmes MSN - bgleyd@hotmail.com |
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Tudo o que eu precisava saber sobre a vida, eu aprendi no jardim de infância.
A sabedoria não está no topo da montanha do conhecimento, que é a universidade, mais sim, no alto do monte de areia do jardim de infância, pois foi de lá que eu enxerguei o meu caminho.
Essas são algumas coisas que eu aprendi: Dividir tudo, ser justo, não machucar ninguém, colocar as coisas no lugar de onde foram tiradas, arrumar a própia bagunça, nunca pegar o que não era meu, pedir desculpas sempre que magoasse alguém, lavar as mãos antes das refeições, dar descarga, leite com bolacha faz bem para a nossa saúde. Viver uma vida balanceada: Aprender um pouco, brincar um pouco, dançar um pouco, desenhar um pouco, pintar um pouco, cantar um pouco e trabalhar um pouco, todos os dias. Tirar uma soneca todas as tardes. Quando sair na rua olhar os carros, dar as mãos e ficar pertinho.
Lembra daquela sementinha de feijão no potinho de danone? As raízes creceram para cima e ninguém sabe com certeza como ou porquê, mais todos nós somos exatamente como ela. Peixinhos, passarinhos, gatinhos, cachorrinhos e até mesmo a sementinha de feijão no potinho de danone – todos morrem – assim como nós...
Lembro-me dos livros de Chapeuzinho vermelho e Pinóquio – aprendi a não mentir e não me desviar do caminho. Então vieram as primeiras palavras – as maiores de todas – “mamãe e papai”. Tudo o que eu precisava saber estava lá, em algum lugar: Regras sobre a vida, o amor, o respeito, saneamento básico, ecologia, politica, igualdade e fraternidade. Pegue qualquer desses termos e extrapole para a sofisticadas palavras de linguagem adulta e então aplique em sua vida familiar, social, trabalho, governo ou mundo, e tudo continua firme e verdadeiro.
Pense como o mundo seria muito melhor, se todos os governos tivessem como política básica, o respeito e a educação e sempre colocassem as coisas de volta no lugar de onde foram tiradas, arrumassem a própia bagunça e não pegassem o que não fosse deles. Ou se todos nós, o mundo inteiro, tomasse leite com bolachas as três da tarde e dividisse o lanchinho ou cuas experiências com seu colega do lado, nunca antes de agradecer o “Papai do Céu”.
Por isso, não importa sua idade, seja justo, não machuque e não magoe os outros, se for preciso, peça desculpas, aprenda, dance, desenhe, pinte, trabalhe, respeite, dê as mãos, fique “pertinho”, não minta, e nunca se desvie do caminho do bem... mostre que você aprendeu no jardim de infância – a ser Feliz!!
Muito simples, neh?!?
By: Manoel de Freitas Junior
O AMOR que eu te tenho é um afeto tão novo
Que não deveria se chamar AMOR
De tão irreconhecível, tão desconhecido
Que não deveria se chamar AMOR
Poderia se chamar NUVEM
Pois muda de formato a cada instante
Poderia se chamar TEMPO
Porque parece um filme a que nunca assisti antes
Poderia se chamar LA-BI-RIN-TO
Pois sinto que não conseguirei escapulir
Poderia se chamar A U R OR A
Porque vejo um novo dia que está por vir
Poderia se chamar ABISMO
Pois é certo que ele não tem fim
Poderia se chamar HORIZONTE
Que parece linha reta mas sei que não é assim
Poderia se chamar PRIMEIRO BEIJO
Porque não lembro mais do meu passado
Poderia se chamar ÚLTIMO ADEUS
Que meu antigo futuro foi abandonado
Poderia se chamar UNIVERSO
Porque sei que não o conhecerei por inteiro
Poderia se chamar PALAVRA LOUCA
Que na verdade quer dizer: aventureiro
Poderia se chamar SILÊNCIO
Porque minha dor é calada e meu desejo é mudo
E poderia simplesmente não se chamar
Para não significar nada e dar sentido a tudo
